

catastrofes naturais e a biblia.Provavelmente você leu sobre o Tsunami (ondas gigantes) e o terremoto no fundo do oceano índico que aconteceu no Domingo, 26 de Dezembro, 2004. Aconteceu na parte Sul de Ásia (índia, Malasia, Indonésia, Sri Lanka, Tailândia etc). Relatórios oficiais apontam que mais de 144.000 pessoas foram mortas. Depois do terremoto do Chile, em 1960, este é o maior.
Os tsunamis golpearam a costa destes paises sem nenhum aviso matando milhares de pessoas. Recentemente li um relatório estatístico sobre terremotos e catástrofes naturais e o relatório diz que a intensidade e freqüência dos terremotos e catástrofes tem acontecido desde o 1º século de forma crescente, isto é, do 1º século para os dias atuais, o número de terremotos e catástrofes são mais intensos e maior número! Isto nos prova na prática que temos terremotos e catástrofes naturais mais fortes e com mais freqüência que no começo da era Cristã, sendo assim cumprido o que Jesus profetizou que aconteceria !
Agora leia sobre a visão espiritual que Rev. Doctorian teve em 1997:
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- Anjos aparecem a Samuel Doctorian e lhe revelam juízos de Deus sobre as nações dos 5 continentes da Terra.
Nos últimos dias uma profecia a respeito do final dos tempos tem circulado de mão em mão entre cristãos e pela Internet, a rede mundial de computadores.
A profecia, de autoria do Pastor Samuel Doctorian, foi, segundo ele diz, recebida em junho de 1997, na famosa Ilha de Patmos, mesmo local onde o apóstolo João teve as revelações descritas no livro de Apocalipse.
Samuel Doctorian é um cristão de dupla nacionalidade "libanês e americano" conhecido praticamente em todo o mundo. Cresceu, conheceu a Cristo na Igreja do Nazareno de Jerusalém e ali começou a pregar o evangelho, há 53 anos. Possui ligações estreitas com o Brasil e com brasileiros. É considerado pai espiritual do pastor Caio Fábio D'Araújo Filho. Um de seus filhos casou-se no ano passado com a filha do Pastor Ageo Silva, um dos vice-presidentes do Bradesco e pastor da Comunidade Cristã de Vila Iara, em Osasco. Possui reputação de ser homem de Deus.
Estas credenciais abriram as portas para Doctorian em todo o mundo, quando ele tornou público a visão que afirma ter tido em Patmos. Desde o final do ano passado ele tem viajado por muitos países - nos próximos meses estará na Mongólia, Ilhas Canárias e na Sibéria - para repartir o que considera uma atribuição direta de Deus, revelada pelos cinco principais anjos de cada continente.
A visão é aterradora, para alguns, mas enche o coração de outros de fé. É uma palavra destinada a aproximar incrédulos de Deus e de renovar alianças quebradas entre cristãos envolvidos pela indiferença. Da mesma forma, é uma palavra que precisa ser analisada à luz da Bíblia.
O incrédulo que ler o texto poderá se aproximar de Deus em razão do temor que ele produz. O cristão, entretanto, poderá ver no texto o que Deus espera de Sua Igreja, sobretudo no que se refere à unidade do Corpo de Cristo e ao amor aos perdidos.
Samuel Doctorian ministrou no mês passado a várias igrejas no Brasil. Em Campinas, falou na Igreja do Nazareno e em São Paulo, ministrou durante café da manhã do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo, em São Paulo.
Em razão da repercussão que a profecia tem tido, e do interesse despertado entre cristãos e não-cristãos, o Jornal Hoje publica, nas páginas seguintes, o texto na íntegra, sem qualquer intenção de torná-lo crível ou tampouco desacreditá-lo. A profecia se refere particularmente ao Brasil. Segundo Doctorian afirma ter ouvido, o rio Amazonas se tornará como "um oceano" e deixará grande parte da Floresta Amazônica submersa. Ainda segundo o texto, as principais cidades do Brasil seriam destruídas por terremotos. A profecia contraria afirmações da maioria dos geólogos, segundo os quais a possibilidade de terremotos de larga escala aconterem no Brasil é remota, em razão da idade e constituição do subsolo que compõe a região.
A decisão pela publicação do texto está baseado no princípio bíblico exposto no livro de Deuteronômio, cápítulo 18, versículo 22: Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e o que disse não acontecer nem se realizar, essa palavra não procede do Senhor. Com soberba a falou o tal profeta. Nã tenhas temor dele. Ao leitor, cabe a função de examinar o texto, avaliá-lo e deixar que o tempo se encarregue de levar a Igreja a confirmar ou rejeitar a profecia.
Agora leiam o que o anjo disse ao Reverendo Doctorian sobre a Ásia:
Morte e avivamento na Ásia e Oceania
"Eu sou o anjo da Ásia", disse o anjo. Em sua mão vi uma tremenda trombeta que ele iria tocar por sobre toda a Ásia. Tudo quanto o anjo disse, irá acontecer com a trombeta do Senhor sobre toda a Ásia. Milhões ouvirão a poderosa voz do Senhor. Então, o anjo disse:
"Haverá desastres, fome -- muitos irão morrer de fome. Ventos poderosos serão liberados como nunca aconteceu antes. Uma grande parte será sacudida e destruída. Ocorrerão terremotos por toda a Ásia e o mar cobrirá a Terra".
Eu vi isto em 20 de junho. Hoje é 16 de agosto. Há poucas semanas atrás, ouvi notícias acerca de aldeias que foram totalmente varridas e mergulharam no mar em Papua, Nova Guiné. Milhares de vidas em perigo. Isto aconteceu há poucas semanas, e o anjo me disse que iria acontecer em toda a Ásia. "A Terra cairá dentro do mar", ouvi o anjo dizer. "Parte da Austrália será abalada. A Austrália será dividida e uma grande parte dela mergulhará no Oceano". Isto era assustador -- eu imaginava se estaria ouvindo corretamente.
Mas o anjo disse. "Milhões morrerão na China e na Índia. Nação se levantará contra nação, irmão contra irmão. Os asiáticos guerrearão uns contra os outros. Deverão ser usados armamentos nucleares, matando milhões de pessoas". Por duas vezes ouvias as palavras "catastrófico! catastrófico!". A seguir, o anjo disse: "Crises financeiras acontecerão na Ásia. Elas abalarão o mundo".
Eu tremia enquanto o anjo estava falando. Então, ele olhou para mim, sorriu e disse: "Vai haver o maior avivamento espiritual -- prisões serão quebradas. Barreiras serão removidas. E por toda a Ásia -- China, Índia -- as pessoas se voltarão para Cristo. Haverá um tremendo avivamento na Austrália". Ouvir o anjo dizer: "Esta é a última colheita".
Então, como se o Senhor estivesse falando, ele disse: "Eu irei preparar a minha Igreja para a volta de Cristo". Fiquei feliz com estas boas notícias depois da mensagem de julgamento. Durante todo o tempo em que os cinco anjos estiveram no meu quarto, pude sentir a presença de Deus -- era tremendo.
Bem amados, algo que me chamou atenção nesta visão em relação a este recente acontecimento na Ásia da onda gigante foi a frase do Anjo "...terremotos por toda a Ásia e o mar cobrirá a Terra".
Eu, Márcio Bettecher, creio na corrente Amilenista. Respeito pessoas que crêem em outras correntes escatológicas, mas eu creio que Jesus inaugurou o "Milênio", digo Milênio entre aspas pois creio que os "mil anos" são simbólicos, são o tempo que a Igreja surgiu, foi perseguida (com mais intensidade nos primeiros séculos mas ainda está sendo perseguida principalmente na Ásia) e que Jesus voltará a qualquer momento.
Não há prova maior que a perseguição cruel da Igreja nos primeiros séculos onde Cristãos eram queimados, esfolados, afogados, enforcados etc; os terremotos, maremotos, furacões, erupção de vulcões como o Vesúvio que dizimou toda a cidade de Pompéia; as guerras mundiais (1ª e 2ª); o holocausto judeu por Hiltler e seu império Nazista (onde milhões de Judeus foram dizimados), enfim, como dizem que ainda não passamos pela Tribulação? Creio firmemente que já estamos na Tribulação, e que Cristo voltará quando o tempo se cumprir...
As ondas gigantes que varreram o Oceano Índico no dia 26 de dezembro de 2004 foram uma das catástrofes naturais mais impressionantes das últimas décadas, ou mesmo dos últimos séculos. Os tsunamis foram causados por um colossal terremoto submarino ocorrido nas proximidades da Indonésia e inundaram regiões litorâneas de nove países, muitas delas com grande concentração populacional. As vítimas fatais totalizaram mais de 150 mil pessoas. No entanto, tais fenômenos são relativamente raros – nenhum grande tsunami havia atingido uma região densamente povoada nos últimos quarenta anos.
As catástrofes naturais sempre ocorreram na história da humanidade, desde tempos imemoriais. As mais comuns e devastadoras têm sido terremotos, erupções vulcânicas, tempestades e enchentes. Os observadores apontam que nas últimas décadas tem se verificado um aumento dessas catástrofes, tanto em termos de freqüência quanto de perda de vidas. As crescentes agressões ao meio-ambiente e o crescimento contínuo da população mundial, em particular no mundo subdesenvolvido, são fatores a serem considerados entre as causas e as conseqüências desses eventos.
As catástrofes chocam as pessoas profundamente por causa de sua violência e da tremenda devastação que produzem, principalmente em termos de vidas humanas. Os tsunamis da Ásia causaram enorme perplexidade na opinião pública devido à sua transmissão quase que ao vivo pela televisão, ao número sem precedentes de vítimas, desde turistas a comunidades nativas inteiras, e ao seu caráter incompreensível, quase surrealista, surpreendendo tantas pessoas de modo tão cruel e inesperado.
As ondas gigantes também suscitaram muitas indagações de natureza teológica. Surgiram muitos artigos na imprensa secular e religiosa expondo os mais variados pontos de vista sobre o assunto. Em particular, indagou-se acerca da natureza e do caráter de Deus à luz desses acontecimentos. Os materialistas aproveitaram para dizer que a Divindade não teve nada a ver com isso porque, afinal de contas, ela não existe. Outros observadores emitiram opiniões irônicas e zombeteiras em relação aos religiosos e suas crenças. Por outro lado, muitos cristãos se viram forçados a repensar certas noções e a responder aos questionamentos de tantas mentes perplexas.
O que Deus teve que ver com tudo isto? É difícil responder. Talvez nunca se tenha uma resposta plenamente satisfatória. Desde uma perspectiva bíblica e reformada, há vários pontos a serem considerados. Em primeiro lugar, Deus é o criador e o dirigente supremo do universo. Ele é onipotente, onipresente e onisciente. Nada escapa à sua direção e ao seu controle. Portanto, os acontecimentos do mundo, inclusive as tragédias, não são alheios à sua vontade e aos seus desígnios. O que não conseguimos entender é exatamente como um acontecimento doloroso pode cumprir os propósitos de Deus, como pode encaixar-se no seu plano mais amplo para a humanidade e o mundo. Existe um grande elemento de mistério no sofrimento, principalmente quando envolve tão grande número de pessoas.
A Bíblia fala de grandes flagelos naturais que foram ordenados por Deus com propósitos de juízo, disciplina e advertência. Indivíduos, grupos ou povos que se rebelaram abertamente contra Deus, e cometeram atos condenados por ele, receberam a manifestação da sua ira, da sua indignação. São exemplos clássicos o Dilúvio e as dez pragas do Egito. Em outras ocasiões, Deus usou seres humanos como instrumentos da sua justiça e da sua punição. Um exemplo conhecido foram os violentos ataques dos israelitas contra os cananeus durante a conquista da Palestina. O povo de Israel também foi, muitas vezes, objeto de grandes e dolorosos castigos divinos.
Isso não significa que toda e qualquer catástrofe natural ou provocada tenha essa finalidade. Nem sempre se vê uma clara relação entre pecado e castigo em certos tipos de sofrimento. Muitas vezes os indivíduos ou grupos atingidos pela dor e pela morte não são particularmente pecaminosos aos olhos de Deus. Nas tragédias coletivas é comum morrerem lado a lado cristãos e não-cristãos, pecadores empedernidos e filhos de Deus. Deus não está ausente, mas os seus propósitos são insondáveis. Tentar entender tudo racionalmente não é o melhor caminho. No século 20 e início do século 21, o mundo vem testemunhando horrendas tragédias, não só causadas pelos elementos da natureza, mas por ações humanas. Conflitos bélicos, genocídios, atentados terroristas e outras crueldades do homem contra o homem deixaram um rastro de indescritível sofrimento.
Os cristãos entendem que vivem em um mundo caído, rebelado contra o seu Criador e sujeito a todos os males decorrentes dessa alienação. Todavia, o Deus que se manifesta em justiça e juízo possui outros atributos igualmente importantes como a graça, a misericórdia e o amor. Isto se percebe de maneira especial em Jesus Cristo, a suprema manifestação do Pai. Nas palavras de Isaías 53, entendidas pelos cristãos como uma referência ao Messias, este é descrito como o “homem de dores e que sabe o que é padecer”. Alguns teólogos falam sobre o Deus sofredor, o Deus que sofreu com a humanidade e pela humanidade na pessoa do seu Filho. O Cristo compassivo e misericordioso manifesta o amor de Deus pelas suas criaturas e desafia os seus seguidores a terem a mesma compaixão e solidariedade pelos que sofrem.
Diante da dor, seja qual for a sua origem, surgem questionamentos angustiosos. Se existe um Deus justo e bom, por que há tanto mal no mundo? Por que Deus permite o sofrimento das suas criaturas? Entendemos que Deus tem o poder para eliminar todo o mal num piscar de olhos. Se não o faz, é porque tem as suas razões, que nem sempre conseguimos vislumbrar. Nos seus sábios e santos desígnios, é preciso que o mal siga o seu curso até o fim, até o momento determinado por Deus. Mas a fé cristã não é fatalista – existem claras promessas de restauração, de esperança de um mundo melhor. Escrevendo aos romanos, o apóstolo Paulo afirma que “toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora”, mas também expressa a esperança de que a criação “será redimida do cativeiro da corrupção” (Rm 8.21,22).
Que conclusões podemos tirar de tudo isto a respeito dos tsunamis na Ásia? Deus não foi pego de surpresa e nem ficou impotente diante da tragédia, sem poder impedi-la. O maremoto devastador não estava fora do seu controle ou dos seus propósitos. O que não devemos fazer, diante do caráter incompreensível da calamidade, é tentar sondar os desígnios divinos nesse evento. Foi um prenúncio dos tempos do fim? Não temos como saber de modo conclusivo. A Escritura nos autoriza a crer que, apesar de estar no controle de tudo, Deus ficou pesaroso com o que ocorreu, com a morte de tantas criaturas suas, entre as quais muitas pessoas tementes a ele.
Além disso, nunca podemos esquecer que vivemos em um mundo imperfeito e decaído, no qual as tragédias forçosamente acontecem, com diferentes graus de amplitude. Quase todas as pessoas e famílias, uma vez ou outra na vida, enfrentam os seus próprios tsunamis particulares. Tanto cristãos quanto não-cristãos estão sujeitos a isso, porque partilham do mesmo habitat, estão sujeitos às mesmas limitações. Nesse contexto inevitável, duas realidades são importantes: primeiro, Deus conhece pessoalmente a realidade do sofrimento e se mostra solidário com os sofredores, por meio de Cristo; segundo, os que crêem no Senhor, e têm experimentado o seu consolo nos momentos de aflição, são exortados a se solidarizarem com os que padecem (2 Co 1.3,4), por meio da oração, do auxílio material e da presença pessoal.

Nas calotas polares da Groenlândia, um pesquisador nota algo pertubador. "A mudança que ví se desdobrando eram grandes demais. Havia outra coisa lá em ação".


