quinta-feira, 18 de junho de 2009

catastrofes naturais e a biblia.

Provavelmente você leu sobre o Tsunami (ondas gigantes) e o terremoto no fundo do oceano índico que aconteceu no Domingo, 26 de Dezembro, 2004. Aconteceu na parte Sul de Ásia (índia, Malasia, Indonésia, Sri Lanka, Tailândia etc). Relatórios oficiais apontam que mais de 144.000 pessoas foram mortas. Depois do terremoto do Chile, em 1960, este é o maior.

Os tsunamis golpearam a costa destes paises sem nenhum aviso matando milhares de pessoas. Recentemente li um relatório estatístico sobre terremotos e catástrofes naturais e o relatório diz que a intensidade e freqüência dos terremotos e catástrofes tem acontecido desde o 1º século de forma crescente, isto é, do 1º século para os dias atuais, o número de terremotos e catástrofes são mais intensos e maior número! Isto nos prova na prática que temos terremotos e catástrofes naturais mais fortes e com mais freqüência que no começo da era Cristã, sendo assim cumprido o que Jesus profetizou que aconteceria !

Agora leia sobre a visão espiritual que Rev. Doctorian teve em 1997:

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- Anjos aparecem a Samuel Doctorian e lhe revelam juízos de Deus sobre as nações dos 5 continentes da Terra.

Nos últimos dias uma profecia a respeito do final dos tempos tem circulado de mão em mão entre cristãos e pela Internet, a rede mundial de computadores.

A profecia, de autoria do Pastor Samuel Doctorian, foi, segundo ele diz, recebida em junho de 1997, na famosa Ilha de Patmos, mesmo local onde o apóstolo João teve as revelações descritas no livro de Apocalipse.

Samuel Doctorian é um cristão de dupla nacionalidade "libanês e americano" conhecido praticamente em todo o mundo. Cresceu, conheceu a Cristo na Igreja do Nazareno de Jerusalém e ali começou a pregar o evangelho, há 53 anos. Possui ligações estreitas com o Brasil e com brasileiros. É considerado pai espiritual do pastor Caio Fábio D'Araújo Filho. Um de seus filhos casou-se no ano passado com a filha do Pastor Ageo Silva, um dos vice-presidentes do Bradesco e pastor da Comunidade Cristã de Vila Iara, em Osasco. Possui reputação de ser homem de Deus.

Estas credenciais abriram as portas para Doctorian em todo o mundo, quando ele tornou público a visão que afirma ter tido em Patmos. Desde o final do ano passado ele tem viajado por muitos países - nos próximos meses estará na Mongólia, Ilhas Canárias e na Sibéria - para repartir o que considera uma atribuição direta de Deus, revelada pelos cinco principais anjos de cada continente.

A visão é aterradora, para alguns, mas enche o coração de outros de fé. É uma palavra destinada a aproximar incrédulos de Deus e de renovar alianças quebradas entre cristãos envolvidos pela indiferença. Da mesma forma, é uma palavra que precisa ser analisada à luz da Bíblia.

O incrédulo que ler o texto poderá se aproximar de Deus em razão do temor que ele produz. O cristão, entretanto, poderá ver no texto o que Deus espera de Sua Igreja, sobretudo no que se refere à unidade do Corpo de Cristo e ao amor aos perdidos.

Samuel Doctorian ministrou no mês passado a várias igrejas no Brasil. Em Campinas, falou na Igreja do Nazareno e em São Paulo, ministrou durante café da manhã do Conselho de Pastores do Estado de São Paulo, em São Paulo.

Em razão da repercussão que a profecia tem tido, e do interesse despertado entre cristãos e não-cristãos, o Jornal Hoje publica, nas páginas seguintes, o texto na íntegra, sem qualquer intenção de torná-lo crível ou tampouco desacreditá-lo. A profecia se refere particularmente ao Brasil. Segundo Doctorian afirma ter ouvido, o rio Amazonas se tornará como "um oceano" e deixará grande parte da Floresta Amazônica submersa. Ainda segundo o texto, as principais cidades do Brasil seriam destruídas por terremotos. A profecia contraria afirmações da maioria dos geólogos, segundo os quais a possibilidade de terremotos de larga escala aconterem no Brasil é remota, em razão da idade e constituição do subsolo que compõe a região.

A decisão pela publicação do texto está baseado no princípio bíblico exposto no livro de Deuteronômio, cápítulo 18, versículo 22: Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e o que disse não acontecer nem se realizar, essa palavra não procede do Senhor. Com soberba a falou o tal profeta. Nã tenhas temor dele. Ao leitor, cabe a função de examinar o texto, avaliá-lo e deixar que o tempo se encarregue de levar a Igreja a confirmar ou rejeitar a profecia.

Agora leiam o que o anjo disse ao Reverendo Doctorian sobre a Ásia:

Morte e avivamento na Ásia e Oceania

"Eu sou o anjo da Ásia", disse o anjo. Em sua mão vi uma tremenda trombeta que ele iria tocar por sobre toda a Ásia. Tudo quanto o anjo disse, irá acontecer com a trombeta do Senhor sobre toda a Ásia. Milhões ouvirão a poderosa voz do Senhor. Então, o anjo disse:

"Haverá desastres, fome -- muitos irão morrer de fome. Ventos poderosos serão liberados como nunca aconteceu antes. Uma grande parte será sacudida e destruída. Ocorrerão terremotos por toda a Ásia e o mar cobrirá a Terra".

Eu vi isto em 20 de junho. Hoje é 16 de agosto. Há poucas semanas atrás, ouvi notícias acerca de aldeias que foram totalmente varridas e mergulharam no mar em Papua, Nova Guiné. Milhares de vidas em perigo. Isto aconteceu há poucas semanas, e o anjo me disse que iria acontecer em toda a Ásia. "A Terra cairá dentro do mar", ouvi o anjo dizer. "Parte da Austrália será abalada. A Austrália será dividida e uma grande parte dela mergulhará no Oceano". Isto era assustador -- eu imaginava se estaria ouvindo corretamente.

Mas o anjo disse. "Milhões morrerão na China e na Índia. Nação se levantará contra nação, irmão contra irmão. Os asiáticos guerrearão uns contra os outros. Deverão ser usados armamentos nucleares, matando milhões de pessoas". Por duas vezes ouvias as palavras "catastrófico! catastrófico!". A seguir, o anjo disse: "Crises financeiras acontecerão na Ásia. Elas abalarão o mundo".

Eu tremia enquanto o anjo estava falando. Então, ele olhou para mim, sorriu e disse: "Vai haver o maior avivamento espiritual -- prisões serão quebradas. Barreiras serão removidas. E por toda a Ásia -- China, Índia -- as pessoas se voltarão para Cristo. Haverá um tremendo avivamento na Austrália". Ouvir o anjo dizer: "Esta é a última colheita".

Então, como se o Senhor estivesse falando, ele disse: "Eu irei preparar a minha Igreja para a volta de Cristo". Fiquei feliz com estas boas notícias depois da mensagem de julgamento. Durante todo o tempo em que os cinco anjos estiveram no meu quarto, pude sentir a presença de Deus -- era tremendo.

Bem amados, algo que me chamou atenção nesta visão em relação a este recente acontecimento na Ásia da onda gigante foi a frase do Anjo "...terremotos por toda a Ásia e o mar cobrirá a Terra".

Eu, Márcio Bettecher, creio na corrente Amilenista. Respeito pessoas que crêem em outras correntes escatológicas, mas eu creio que Jesus inaugurou o "Milênio", digo Milênio entre aspas pois creio que os "mil anos" são simbólicos, são o tempo que a Igreja surgiu, foi perseguida (com mais intensidade nos primeiros séculos mas ainda está sendo perseguida principalmente na Ásia) e que Jesus voltará a qualquer momento.

Não há prova maior que a perseguição cruel da Igreja nos primeiros séculos onde Cristãos eram queimados, esfolados, afogados, enforcados etc; os terremotos, maremotos, furacões, erupção de vulcões como o Vesúvio que dizimou toda a cidade de Pompéia; as guerras mundiais (1ª e 2ª); o holocausto judeu por Hiltler e seu império Nazista (onde milhões de Judeus foram dizimados), enfim, como dizem que ainda não passamos pela Tribulação? Creio firmemente que já estamos na Tribulação, e que Cristo voltará quando o tempo se cumprir...

As ondas gigantes que varreram o Oceano Índico no dia 26 de dezembro de 2004 foram uma das catástrofes naturais mais impressionantes das últimas décadas, ou mesmo dos últimos séculos. Os tsunamis foram causados por um colossal terremoto submarino ocorrido nas proximidades da Indonésia e inundaram regiões litorâneas de nove países, muitas delas com grande concentração populacional. As vítimas fatais totalizaram mais de 150 mil pessoas. No entanto, tais fenômenos são relativamente raros – nenhum grande tsunami havia atingido uma região densamente povoada nos últimos quarenta anos.


As catástrofes naturais sempre ocorreram na história da humanidade, desde tempos imemoriais. As mais comuns e devastadoras têm sido terremotos, erupções vulcânicas, tempestades e enchentes. Os observadores apontam que nas últimas décadas tem se verificado um aumento dessas catástrofes, tanto em termos de freqüência quanto de perda de vidas. As crescentes agressões ao meio-ambiente e o crescimento contínuo da população mundial, em particular no mundo subdesenvolvido, são fatores a serem considerados entre as causas e as conseqüências desses eventos.


As catástrofes chocam as pessoas profundamente por causa de sua violência e da tremenda devastação que produzem, principalmente em termos de vidas humanas. Os tsunamis da Ásia causaram enorme perplexidade na opinião pública devido à sua transmissão quase que ao vivo pela televisão, ao número sem precedentes de vítimas, desde turistas a comunidades nativas inteiras, e ao seu caráter incompreensível, quase surrealista, surpreendendo tantas pessoas de modo tão cruel e inesperado.


As ondas gigantes também suscitaram muitas indagações de natureza teológica. Surgiram muitos artigos na imprensa secular e religiosa expondo os mais variados pontos de vista sobre o assunto. Em particular, indagou-se acerca da natureza e do caráter de Deus à luz desses acontecimentos. Os materialistas aproveitaram para dizer que a Divindade não teve nada a ver com isso porque, afinal de contas, ela não existe. Outros observadores emitiram opiniões irônicas e zombeteiras em relação aos religiosos e suas crenças. Por outro lado, muitos cristãos se viram forçados a repensar certas noções e a responder aos questionamentos de tantas mentes perplexas.


O que Deus teve que ver com tudo isto? É difícil responder. Talvez nunca se tenha uma resposta plenamente satisfatória. Desde uma perspectiva bíblica e reformada, há vários pontos a serem considerados. Em primeiro lugar, Deus é o criador e o dirigente supremo do universo. Ele é onipotente, onipresente e onisciente. Nada escapa à sua direção e ao seu controle. Portanto, os acontecimentos do mundo, inclusive as tragédias, não são alheios à sua vontade e aos seus desígnios. O que não conseguimos entender é exatamente como um acontecimento doloroso pode cumprir os propósitos de Deus, como pode encaixar-se no seu plano mais amplo para a humanidade e o mundo. Existe um grande elemento de mistério no sofrimento, principalmente quando envolve tão grande número de pessoas.


A Bíblia fala de grandes flagelos naturais que foram ordenados por Deus com propósitos de juízo, disciplina e advertência. Indivíduos, grupos ou povos que se rebelaram abertamente contra Deus, e cometeram atos condenados por ele, receberam a manifestação da sua ira, da sua indignação. São exemplos clássicos o Dilúvio e as dez pragas do Egito. Em outras ocasiões, Deus usou seres humanos como instrumentos da sua justiça e da sua punição. Um exemplo conhecido foram os violentos ataques dos israelitas contra os cananeus durante a conquista da Palestina. O povo de Israel também foi, muitas vezes, objeto de grandes e dolorosos castigos divinos.


Isso não significa que toda e qualquer catástrofe natural ou provocada tenha essa finalidade. Nem sempre se vê uma clara relação entre pecado e castigo em certos tipos de sofrimento. Muitas vezes os indivíduos ou grupos atingidos pela dor e pela morte não são particularmente pecaminosos aos olhos de Deus. Nas tragédias coletivas é comum morrerem lado a lado cristãos e não-cristãos, pecadores empedernidos e filhos de Deus. Deus não está ausente, mas os seus propósitos são insondáveis. Tentar entender tudo racionalmente não é o melhor caminho. No século 20 e início do século 21, o mundo vem testemunhando horrendas tragédias, não só causadas pelos elementos da natureza, mas por ações humanas. Conflitos bélicos, genocídios, atentados terroristas e outras crueldades do homem contra o homem deixaram um rastro de indescritível sofrimento.


Os cristãos entendem que vivem em um mundo caído, rebelado contra o seu Criador e sujeito a todos os males decorrentes dessa alienação. Todavia, o Deus que se manifesta em justiça e juízo possui outros atributos igualmente importantes como a graça, a misericórdia e o amor. Isto se percebe de maneira especial em Jesus Cristo, a suprema manifestação do Pai. Nas palavras de Isaías 53, entendidas pelos cristãos como uma referência ao Messias, este é descrito como o “homem de dores e que sabe o que é padecer”. Alguns teólogos falam sobre o Deus sofredor, o Deus que sofreu com a humanidade e pela humanidade na pessoa do seu Filho. O Cristo compassivo e misericordioso manifesta o amor de Deus pelas suas criaturas e desafia os seus seguidores a terem a mesma compaixão e solidariedade pelos que sofrem.


Diante da dor, seja qual for a sua origem, surgem questionamentos angustiosos. Se existe um Deus justo e bom, por que há tanto mal no mundo? Por que Deus permite o sofrimento das suas criaturas? Entendemos que Deus tem o poder para eliminar todo o mal num piscar de olhos. Se não o faz, é porque tem as suas razões, que nem sempre conseguimos vislumbrar. Nos seus sábios e santos desígnios, é preciso que o mal siga o seu curso até o fim, até o momento determinado por Deus. Mas a fé cristã não é fatalista – existem claras promessas de restauração, de esperança de um mundo melhor. Escrevendo aos romanos, o apóstolo Paulo afirma que “toda a criação a um só tempo geme e suporta angústias até agora”, mas também expressa a esperança de que a criação “será redimida do cativeiro da corrupção” (Rm 8.21,22).


Que conclusões podemos tirar de tudo isto a respeito dos tsunamis na Ásia? Deus não foi pego de surpresa e nem ficou impotente diante da tragédia, sem poder impedi-la. O maremoto devastador não estava fora do seu controle ou dos seus propósitos. O que não devemos fazer, diante do caráter incompreensível da calamidade, é tentar sondar os desígnios divinos nesse evento. Foi um prenúncio dos tempos do fim? Não temos como saber de modo conclusivo. A Escritura nos autoriza a crer que, apesar de estar no controle de tudo, Deus ficou pesaroso com o que ocorreu, com a morte de tantas criaturas suas, entre as quais muitas pessoas tementes a ele.


Além disso, nunca podemos esquecer que vivemos em um mundo imperfeito e decaído, no qual as tragédias forçosamente acontecem, com diferentes graus de amplitude. Quase todas as pessoas e famílias, uma vez ou outra na vida, enfrentam os seus próprios tsunamis particulares. Tanto cristãos quanto não-cristãos estão sujeitos a isso, porque partilham do mesmo habitat, estão sujeitos às mesmas limitações. Nesse contexto inevitável, duas realidades são importantes: primeiro, Deus conhece pessoalmente a realidade do sofrimento e se mostra solidário com os sofredores, por meio de Cristo; segundo, os que crêem no Senhor, e têm experimentado o seu consolo nos momentos de aflição, são exortados a se solidarizarem com os que padecem (2 Co 1.3,4), por meio da oração, do auxílio material e da presença pessoal.

A séculos, as profecias de Nostradamus fazem parte dos anais da história. Embora altamente especulativas e controvertidas, seu legado perdura.

21 de Dezembro de 2012, o dia não nasce. Tudo permance escuro. O mundo chegou ao fim. Muitas culturas antigas no mundo todo descrevem eventos alarmantes que parecem estar se dando agora. Estariam apontando para 2012? Desenhos recem descobertos, que muitos acreditam pertencer ao famoso profeta Nostradamus podem conter a resposta.

- "Estamos no limiar da maior viagem de toda a história".

A vida na terra já enfrentou a extinção pelo menos 5 vezes. Nostradamus estaria sugerindo que outro desastre épico se aproxima?

- "2012 é o começo dos cataclismos no mundo, e não o fim".

2012 será o ano em que o relógio cósmico finalmente marcara o fim dos dias e da esperança?

Interpretar as últimas profecias de Nostradamus pode fornecer respostas
A BIBLIA fala sobre um fenômeno que acontecerá na terra não é a guerra nem o terrorismo mas um que acontecera á aqueles que esperam fielmente a volta do SENHOR.Mas para a nossa confirmação do que acontecerá ele nos deixou algumas certezas veja algumas.

E AGORA? QUEM SÃO OS LOUCOS?


Se as viagens pelo tempo fossem reais e uma pessoa que viveu, por exemplo há 500 anos, fizesse uma visita aos dias de hoje, como será que ela descreveria tudo o que viu para os seus contemporâneos quando voltasse para casa? Será que alguém iria acreditar nela? E se você voltasse alguns anos em sua vida (suponhamos 15, 20 ou 30 anos), e alguém que dissesse ter visto o futuro lhe contasse exatamente o que estamos vivendo hoje, você acreditaria em tudo?

Há mais de dois mil anos foram escritos em um livro revelações fantásticas sobre os dias atuais. Nesses escritos são citadas guerras, doenças, avanços tecnológicos, falta de amor, mudanças e catástrofes climáticas, aumento da promiscuidade, manifestações de falsos líderes religiosos e muitas outras coisas que estão acontecendo e outras que ainda estão por vir. O problema é que todos os que acreditaram e acreditam nessas revelações foram e continuam sendo chamados por muitos "lúcidos" de loucos.

Mas afinal o que é loucura? Segundo o dicionário Aurélio louco é: alguém que perdeu a razão; que está fora de si; um alucinado que não tem bom senso; que não se porta de maneira conveniente; é esquisito; diz coisas absurdas; é imprudente; que foge às regras da normalidade; etc. E o que é lucidez? Segundo o mesmo dicionário lúcido é aquele que tem clareza das coisas, que é inteligente e mostra o uso da razão. Pois bem, a cada dia que passa acreditar no que o apóstolo João disse na Ilha de Patmos, ou que Daniel profetizou na Babilônia, ou ainda no que o próprio Jesus revelou a seus discípulos é considerado pelos "lúcidos", como loucura. Mas o que essas pessoas falaram e que está escrito na Bíblia inclui guerras e rumores de guerra. Bem, nesse caso, qual tem sido um dos principais temas dos telejornais, revistas, jornais e outros meios de comunicação? Guerras e rumores de guerras. Atualmente temos quatros grandes exemplos: A Guerra no Oriente Médio, a ameaça de uma nova guerra entre EUA e Iraque, a guerra contra o terrorismo e a ameaça de uma guerra nuclear entre Índia e Paquistão. Sem contarmos ainda centenas de conflitos, guerrilhas e outras batalhas por diversas partes do mundo como a guerra do crime organizado no Brasil, quem tem matado milhares de pessoas, principalmente inocentes. (reino contra reino, nação contra nação).

A Bíblia também fala de catástrofes naturais. Bom, as guerras dividem espaço na mídia com as catástrofes naturais como as enchentes na Europa, a nuvem de poluição no sul da Ásia que ameaça a vida de mais de 15 milhões de pessoas, o aumento dos terremotos por várias partes do mundo (recentemente um terremoto de 4,2 graus na escala Richter atingiu a Amazônia, no lado peruano), os efeitos cada vez mais drásticos do El Ñino, o risco do fim da água potável... Segundo a ONU - Organização das Nações Unidas, em recente anúncio, cerca de 90 mil pessoas morrem por ano no mundo em decorrência dessas catástrofes. É como se em apenas um ano todos os moradores de Campo Mourão morressem.

A Bíblia também fala sobre a fome. Atualmente a ONU calcula que 777 milhões de pessoas passam fome no mundo. A ONU também divulgou essa semana que cerca de 14 milhões de pessoas estão perecendo de fome no Sul da África, país que também é drasticamente atingido pela AIDS. Estes são apenas alguns exemplos. Mas existem vários outros fatos que estão acontecendo e que indicam que os relatos bíblicos estão certos como as pestes e as doenças que matam milhares de pessoas em todo mundo. Você mesmo pode conferi-los lendo a Bíblia e acompanhando as notícias do mundo.

Infelizmente o espaço é curto para enumerá-los e compará-los com os acontecimentos atuais, mas eles estão aí para quem quiser ver. Eu particularmente acredito na Bíblia e em suas revelações e acredito também que meu único caminho para a salvação desse mundo turbulento chama-se "Jesus Cristo". Se por este motivo você quiser me chamar de louco, tudo bem, fique à vontade, eu não me importo, pois vendo tudo isso, cada vez mais eu prefiro a "loucura" de Cristo do que a "lucidez" do mundo.

Nas calotas polares da Groenlândia, um pesquisador nota algo pertubador. "A mudança que ví se desdobrando eram grandes demais. Havia outra coisa lá em ação".

- Flórida, 2005. Misteriosamente uma praia se enche de criaturas mortas. "Parece impossível. Contudo, as escrituras profetizam claramente que tudo no mar morrerá".

- Indonésia, 2004. Um terremoto submarino gera um tsunami catastrófico. E especialistas se preparam para algo ainda pior. "Um terremoto global massivo, diferente de qualquer coisa na história humana".

- 2008. Pesquisadores se preparam para uma pandemia mundial mortífera. "Isso me preocupa muito. Estou na linha de frente, tenho família".

São sinais previstos na Bíblia? "As profecias da bíblia são informações avançadas da mente de alguém que tudo sabe, tudo vê. Deus".

Estamos nos aproximando do fim? "Haverá caos, definitivamente haverá caos".

Estaremos vivenciando os sete sinais do apocalipse?

CATÁSTROFES NATURAIS: Um aviso sobre o que virà?Ou apenas um disturbio no tempo.Veja o que a BIBLIA SAGRADA fala sobre este assunto.

1999 entrou para a História como o ano das grandes catástrofes. Mais de 105.000 pessoas morreram: 50.000 em deslizamentos na Venezuela, 20.000 no terremoto na Turquia, e um tufão na Índia ceifou mais de 15.000 vidas, além de outras catástrofes. O prejuízo financeiro de 100 bilhões de dólares causado pelos cataclismos só foi menor que o de 1995, quando ocorreu um terremoto em Kobe, Japão. As companhias seguradoras pagaram 28,6 bilhões de dólares em indenizações.
Já 2002 será lembrado como o ano do tristemente célebre tsunami que varreu a Indonésia. O número oficial de vítimas ficou em torno de 200.000 pessoas, mas estima-se que uma quantidade muito maior de pessoas tenha perecido. Os prejuízos financeiros nunca foram divulgados.
Em 2005, o furacão Katrina trouxe à região litorânea do sul dos Estados Unidos, especialmente em torno da região metropolitana de Nova Orleans, ventos de mais de 280 km/h, causando em torno de US$ 2 bilhões de prejuízo. O furacão Katrina causou aproximadamente mil mortes, sendo um dos eventos mais destrutivos a atingir os Estados Unidos, paralisando muito da extração de petróleo e gás natural do país (boa parte do petróleo americano é extraído no Golfo do México).
Neste ano que se encerra, tivemos, pouco antes das Olimpíadas, um grave terremoto que atingiu principalmente a região de Wenchuan, na província de Sichuan, na China. De magnitude 8 na Escala Richter, de acordo com o Centro de Pesquisas Sismológicas da China e o U.S. Geological Survey, o sismo foi sentido em localidades tão longínquas quanto Xangai e a capital Beijing (onde edifícios de escritórios balançaram), Paquistão, Tailândia e Hanói, no Vietnã. Estima-se que mais de 85.000 pessoas perderam a vida e mais de 358.000 tenham ficado feridas e desabrigadas. Na área de Beichuan Qiang 80% das construções foram destruídas. O governo decretou três dias de luto nacional.
Paralelamente a todos esses desastres naturais, vemos a cada dia catástrofes causadas pelo homem. O fenômeno do aquecimento global vem trazendo desequilíbrios cada vez maiores no clima de muitas regiões onde raramente se viam tragédias dessa magnitude. Os noticiários mostram a seca na Califórnia causando incêndios florestais que ameaçam cidades inteiras; ondas de calor dizimam principalmente pessoas idosas por toda a Europa; inundações terríveis no Leste Europeu; tufões nos estados do Sul e no litoral brasileiro; e agora a devastação recorde causada pelas chuvas em Santa Catarina. Muitos dirão que esses eventos sempre ocorreram; sim, mas é inegável a escalada das proporções que estão atingindo, a cada dia.
Quando a Bíblia fala da iminente volta de Jesus, ela menciona, nesse contexto, o aumento das catástrofes no mundo. O próprio Jesus falou claramente sobre isso no Sermão do Monte das Oliveiras, em Mateus 24, Marcos 13 e Lucas 21. Também Apocalipse fala de grandes catástrofes que acontecerão durante a Grande Tribulação, a qual se dará imediatamente antes da volta do Messias. Entretanto, muitas vezes se esquece a conexão entre as catástrofes que acontecem em certos países e o posicionamento desses países em relação a Israel. O Livro do profeta Isaías, no capítulo 24, diz que a terra se contaminou e os moradores transgridem as leis, mas também (no verso 15): “Glorificai ao Senhor no Oriente e, nas terras do mar, ao nome do Senhor, DEUS DE ISRAEL”. Mesmo que Israel atualmente não se comporte da maneira como Deus gostaria, Deus continua o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. Por isto, antes da restauração de Israel, a terra “totalmente se romperá, a terra violentamente se moverá. A terra cambaleará como um bêbado e balançará como rede de dormir(Isaías 24:19 e seguintes).
Quando o tempo da Grande Tribulação estiver chegando ao final, o Senhor voltará para reinar sobre o mundo a partir de Jerusalém.

Grandes acontecimentos lançam suas sombras diante de si - catástrofes crescentes que são o prelúdio dos juízos vindouros.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

reportagem do TEX

Os Periféricos


Os dispositivos de entrada e saída (E/S) ou input/output (I /O) são também denominados periféricos. Eles permitem a interação do processador com o homem, possibilitando a entrada e/ou a saída de dados.

O que todos os dispositivos de entrada têm em comum é que eles codificam a informação que entra em dados que possam ser processados pelo sistema digital do computador. Já os dispositivos de saída decodificam os dados em informação que pode ser entendida pelo usuário.

Há dispositivos que funcionam tanto para entrada como para saída de dados, como o modem e o drive de disquete. Atualmente, outro dispositivo híbrido de dados é a rede de computadores.